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Sexta, 10 Janeiro 2014 19:54

Golpe virtual oferece WhatsApp gratuito para PCs

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E-mail contém link para cavalo de troia usado para roubar dados bancários

SÃO PAULO – O popular aplicativo de troca de mensages WhatsApp está sendo usado por criminosos virtuais para roubar dados bancários de usuários incautos. Segundo a empresa de segurança eletrônica ESET, um e-mail prometendo a instalação do programa em PCs gratuitamente está circulando no país e, em vez de instalar o app, coloca no computador um cavalo de troia.
“O e-mail utilizado pelos cibercriminosos oferece de forma gratuita o WhatsApp para PCs e sugere que o usuário baixe o aplicativo em um link. O laboratório da ESET identificou que o suposto arquivo executável – chamado “Whatsapp” – é um código malicioso, identificado pelas soluções ESET como Win32/TrojanDownloader.Banload”, alerta a companhia.
Uma vez executado, o programa descarrega outro código malicioso, capaz de troubar informações pessoais, especificamente relacionadas a dados bancários. Segundo especialistas da ESET, centenas de computadores já foram infectados pela praga virtual.
Para Raphael Labaca Castro, coordenador da ESET América Latina, os usuários precisam ficar atentos para não cair nesse tipo de golpe. “Se a proposta é muito boa, pouco usual ou duvidosa, é conveniente desconfiar antes de dar o clique e verificar se a informação é verídica”, alerta.

http://oglobo.globo.com/tecnologia/golpe-virtual-oferece-whatsapp-gratuito-para-pcs-11267563

Uma pessoa que compartilha comentários ou notícias ofensivas no Facebook pode ter que pagar indenização à pessoa que se sente atingida. A decisão foi tomada pelo Tribunal de Justiça de SP.

PARA TODOS
O desembargador José Roberto Neves Amorim, relator do processo, diz que a decisão é inédita. E afirma que ela será recomendada como jurisprudência, para que seja aplicada em casos semelhantes que cheguem ao tribunal.

FALA SÉRIO
A disputa envolveu um veterinário acusado de negligência no tratamento de uma cadela que seria castrada. A informação, não comprovada, foi compartilhada e "curtida" na rede por duas mulheres que foram condenadas a pagar R$ 20 mil. "Há responsabilidade dos que compartilham mensagens e dos que nelas opinam de forma ofensiva", diz Amorim. Para ele, o Facebook deve "ser encarado com mais seriedade e não com o caráter informal que entendem as rés".

Fonte: Folha de São Paulo

No Brasil não há uma lei específica que condene exposição de vídeos e fotos íntimas na internet sem a permissão da pessoa

Recentemente, uma jovem de Goiânia teve um vídeo íntimo compartilhado no aplicativo de celular Whatsapp. Segundo ela, quem divulgou as imagens e vídeos teria sido um ex-namorado que era casado e mantinha um relacionamento extra-conjugal com ela. A notícia reacendeu o debate sobre a criação de leis específicas para lidar com vídeos feitos com permissão e depois divulgados sem autorização.

No caso da jovem goiana, o rapaz nega as acusações e está sendo investigado pela Polícia Civil. Caso ele seja responsabilizado, poderá ser punido pela lei Maria da Penha, que pune violência psicológica no âmbito familiar ou de relacionamento.

Não há, entretanto, nenhuma lei que possa punir criminalmente quem envia vídeos ou imagens íntimas sem autorização. O que pode ser alegado é difamação ou injúria, crimes com penas brandas. A lei Carolina Dieckman fala, especificamente, sobre a invasão de computadores e dispositivos, o que não engloba vídeos feito com permissão, mas divulgados de forma imprópria. Já a Lei Maria da Penha só pode ser usada pela relação com a violência psicológica.

Algumas propostas de lei foram movimentadas, como uma apresentada pelo deputado Romário (PSB-RJ), que torna crime “divulgar, por qualquer meio, fotografia, imagem, som, vídeo ou qualquer outro material, contendo cena de nudez, ato sexual ou obsceno sem autorização da vítima”. A pena varia de um a três anos de detenção e multa.

Entretanto, segundo artigo do advogado Rafael Maciel, é preciso tomar cuidado com as leis nesse sentido, para que elas não se tornem excessivas. A proposta de Romário, por exemplo, ainda inclui punição a quem “realiza montagens ou qualquer artifício com imagens de pessoas”. Segundo o advogado, isso pode impedir sátiras, ou paródias, sem cunho pejorativo, especialmente de pessoas públicas.

opiniaoenoticia.com.br

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