Quinta, 23 Abril 2015 12:15

Gestores do PJe-JT traçam diretrizes para 2015

O presidente do Tribunal Superior do Trabalho e do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), ministro Barros Levenhagen, participou na quarta-feira (15) de reunião técnica dos comitês gestores regionais do Processo Judicial Eletrônico da Justiça do Trabalho (PJe-JT), organizada pela Coordenadoria Nacional do PJe-JT. Constaram da pauta da reunião as diretrizes do sistema para 2015, os números relativos à implantação do processo judicial eletrônico, os projetos do PJe-JT e a apresentação de Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs) sobre práticas bem sucedidas e projetos desenvolvidos junto ao Conselho e ao TST para o aprimoramento do sistema.

Segundo a coordenadora nacional do PJe-JT, desembargadora Ana Paula Pellegrina Lockmann, são diretrizes para este ano a manutenção da estabilidade do sistema, a unificação das versões do PJe-JT em todos os TRTs, a evolução do sistema com novas funcionalidades e a sua expansão. O ministro Levenhagen ressaltou que pretende, até o fim da sua gestão, em fevereiro de 2016, alcançar um percentual próximo de 100% de Varas do Trabalho funcionando com o PJe-JT. Esse resultado deve ser alcançado por meio da cooperação entre os gestores regionais e a coordenadoria nacional do sistema.

A coordenadora informou que 1.207 Varas do Trabalho (77% do total) operam atualmente com o sistema, que já está implantado em todos os TRTs. Mais de 3,4 milhões de processos já tramitaram pelo PJe-JT primeiro e segundo graus. "Atualmente, cerca de 80% do total de processos que tramitam por meio do PJe em todos os ramos do Poder Judiciário estão no âmbito da Justiça do Trabalho", disse a coordenadora.

O ministro Levenhagen considera as parcerias entre o CSJT, o TST e os TRTs fundamentais para a evolução do sistema. "O PJe-JT é de propriedade de todos os órgãos do Judiciário do Trabalho, que são responsáveis pelo aprimoramento do processo judicial eletrônico", afirmou. "As parcerias vão continuar, porque o sistema sempre depende de novas funcionalidades, em virtude de a tecnologia da informação ser muito dinâmica".

(Com informações da ASCOM/CSJT)

Fonte: TST

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